quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A partir de agora e durante 6 meses em:

http://bienvenidosacostarica.wordpress.com/

Depois volto à normalidade.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Vou ali e já volto!

- Mas é tão longe e tanto tempo!

Longe é já ali.
E tanto tempo é um instante.

Ar engarrafado

Deve ser a coisa mais verdadeira que se pode trazer de um lugar, e no entanto, não se pode trazer.
Devíamos poder engarrafar o ar de um lugar, e levar connosco.
Ficar como recordação.
Tudo se resume a uma pergunta:
- Onde é que queres estar agora?
E vai, ou então fica!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Portugueses VS Resto do mundo

É incrível a quantidade de português que sai de Portugal e tem mais sucesso lá fora, do que teria se continuasse em Portugal. Aparentemente, somos melhores lá fora.
Às vezes até são aqueles que são menos desejados em Portugal, por uma razão ou outra, que conseguem alcançar grandes lugares lá fora.
Ou seja, tudo o que não é bom para Portugal, serve para o resto do mundo!
Vejamos:
Durão Barroso – Presidente da Comissão Europeia
António Guterres – Alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados
Vítor Constâncio – Futuro Vice-Presidente do Banco Central Europeu
(e tantos outros)

Isto faz-me questionar:
Afinal quem é que está errado? São os Portugueses ou o resto do mundo?
"Monsters are real and ghosts are real too.
They live inside us, and sometimes, they win."

Steven King

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Lembra-me...

Lembra-me de dizer obrigada,
Lembra-me de te trazer uma lembrança,
Lembra-me de ser sincera,
Lembra-me de sorrir mais,
Lembra-me das coisas boas que aconteceram,
Lembra-me também dos momentos difíceis,
Lembra-me de ver fotografias antigas,
Lembra-me de fazer novas recordações,
Lembra-me de dizer adeus quando é inevitável,
Lembra-me que sou mais forte do que julgo,
Lembra-me de começar de novo,
Lembra-me de me esquecer de vez enquando,
Lembra-me de me lembrar de ti...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Anónimos

Não gosto de anónimos porque me desarrumam a casa, me baralham as cores, as formas e os cheiros.
Não gostos de anónimos porque se metem nos assuntos alheios, porque olham demais, porque vêem coisas que não estão lá.
Não gosto de anónimos porque não sei quem são.
Já tive vários anónimos na minha cabeça. Não gostei da sensação.
Houve alturas em que não soube distinguir as várias vozes anónimas, que não as soube domesticar.
Hoje sei demasiado sobre elas! Hoje sou eu que as possuo, e não elas a mim.
Já não tenho anónimos na cabeça.

#Estado de Espírito Hoje#

Nomes próprios que perseguem…
Odeio!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

#Estado de Espírito Hoje#

Arrumei o passado, lá atrás!
Mas continuo com um gosto amargo na boca!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

#Estado de Espírito Hoje#

Não gosto de anónimos.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Quem é que nunca disse: “Se eu soubesse o que sei hoje, faria tudo de outra forma”

(Não) teria atirado a culpa à cara de alguém,
(Não) teria ido em frente, (em vez de virar à 1ª à direita e encontrado o amor da minha vida),
(Não) teria saído (tanto) ainda mais,
(Não) teria deixado de te dizer olá, (porque ficar zangado por amor, é para quem ainda não amadureceu),
(Não) teria dito que não ao teu convite,
(Não) teria recusado aquela proposta de emprego,
(Não) teria ido atrás de ti,
(Não) teria dito Amo-te,
(Não) teria ficado…
….Se ao menos eu soubesse metade do que sei hoje!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

#Estado de Espírito Hoje#

Can you borrow me some time?

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Power

You want me, and I can choose if I want you or not!
Deixei de te ouvir muito antes de te calares. Não por desconcentração. Não por não te querer ouvir, ou porque não era interessante o que dizias. Mas porque olhar para ti, faz-me sempre pensar em tudo aquilo que poderíamos ter sido e não fomos. Não chegámos lá.
Serás sempre uma daquelas pessoas que ficam na memória, num cantinho reservado aos "ses".

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Rés-do-chão


Às vezes nem sequer percebemos que a vida tem vários pisos, e vivemos sempre no rés-do-chão. Os nossos olhos não foram treinados para ver além do rés-do-chão. As coisas só são visíveis ao perto. Tudo o que está longe é irreal, corre o risco de não existir! De não caber dentro da nossa vida. Vivemos demasiado entretidos com as pequenas coisas. A maior parte das pessoas que conheço contentam-se com a vida que têm. Não querem ir mais além. Resignam-se.
Têm medo do desconhecido, fogem dele a 7 pés. Têm medo de partir. Medo de regressar e não ter ninguem à espera. Para elas, uma aventura é um acto de coragem, quando na verdade a aventura é a essência da vida! Partir é apenas um meio de alcançar a visibilidade…Partir é o destino, e não chegar…Nunca se chega a lado nenhum, porque nunca se está em lado nenhum! Estamos sempre a acontecer noutro lado! Nunca estamos verdadeiramente presentes…somos luz, e matéria espalhada. Somos vento que passa! Nunca ficamos verdadeiramente num lugar! Nunca tocamos profundamente alguém! Longe, não somos visíveis. Longe, deixamos de existir para os outros. A ausência prolongada transforma-se em existência desconhecida. Ninguém espera, ninguém vai esperar por ti!
Parte para bem longe...Não esperes tu pelos outros! Já não há nada para ti neste lugar à muito tempo!